MENSAGENS DOUTRINÁRIAS

Título: DEFESAS

Tem muitas pessoas que tem gosto pela defesa contra as magias e as feitiçarias. Se ainda precisa e faz bem para elas o patuá, as imagens do santo, a vela bendita, as ervas de proteção, o sal da limpeza, o incenso que purifica, por que não usar, não é? Mal é que não vai fazer mesmo.

Aprender a se proteger energeticamente ou a fechar o corpo com as próprias forças faz parte do caminho de crescimento espiritual.

O patuá pode concentrar energia de proteção e exalar uma aura de defesa, mas o "patuá do sentimento educado", além de fechar o corpo, abre a alma para o amor e para a construção do bem nas energias da natureza.

A imagem pode dar a sensação de amparo, porém o sentimento que mais nos faz sentir a presença divina da fé, que edifica o campo mental acolhedor para sentir que não estamos abandonados por Deus.

A vela que irradia a luz, pode acender a esperança de dias melhores, todavia, a força da oração é capaz de iluminar a mente para que o otimismo cure nossa ausência do sentido de viver.

A erva pode limpar, sim, a inveja e a perturbação destruidora, entretanto, não existe melhor higiene para os corpos sutis que a aplicação diária da irradiação, da alegria e do bom humor.

A sal grosso elimina os tóxicos que carregam a aura e infestam o duplo etérico de resíduos venenosos e densos, contudo, o sol irradiante do desabafo sincero e da terapia do companheirismo pode anular quaisquer maléficos que tendem a se multiplicar na esferas energéticas de nossa alma.

O incenso pode purificar ambientes contaminados. Melhor será quando não o impregnarmos com a maledicências e os hábitos malsãos.

Não se enganem, filhos de Deus! A vida que temos é fruto do trabalho que realizamos. Seria muito contraditório com a lei de Deus se pequenas magias de proteção nos librassem completamente do mal que nós mesmos criamos. Elas colaboram enquanto não desenvolvemos forças pessoais ou em ocasiões de maior fragilidade nas dores da vida.

Proteção energética não tem fórmula, e cada um responderá por suas próprias criações perante a vida, recebendo o bem ou o mal em conformidade com aquilo que é fruto de suas próprias criações perante a vida, recebendo o bem ou o mal em conformidade com aquilo que é fruto de suas mais profundas intenções. Fechar o corpo exige um trabalho árduo de melhoria interior.

Jesus recomendou técnicas fortes de defesa do bem. A mais linda resume-se assim:
"E se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó de vossos pés."

Corpo fechado é alma aberta para o amor conectada com sua realidade pessoal. É quando transformamos nossa vida em um altar de sentimentos iluminados e de pensamentos libertadores.




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Associação do Movimento Espiritualista Morimbatá - AMEM