MENSAGENS DOUTRINÁRIAS

Título: SUGADORES DE ENERGIA (Leitura do dia 08/04)

Tem uma pequena historia, de um senhor que encontrou-se no shopping com um amigo e meia hora de conversa, o amigo deixou-o um verdadeiro trapo, deprimido e triste.

Depois ficou pensando no que aconteceu e logo percebeu que aquela conversa horrível do amigo, falando de doenças, roubos, estupros, filhos de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando-lhe a energia positiva. Quando acabou a conversa ( onde só o amigo falou ) ele parecia estar melhor do que nunca e o que escutou ... em profunda depressão.

Cuidado com esses sugadores de energia positiva. Eles estão em todo lugar: no trabalho, na família, na roda de amigos e até na religião. Eles só sabem falar de desgraças. Só leem o obituário dos jornais e a seção de crimes horrendos. Assistem o noticiário policial. Fazem até estatísticas de sequestros, de crianças desaparecidas, quantos sem-teto, sem-terra, sem-emprego, sem tudo que existe no mundo.

Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique e elas logo dizem: Vai chover! São pessoas que azedam tudo.

Eles são sempre do contra. Avisam “que não vai dar certo” e torcem para que nada aconteça.

Depois dizem: eu sabia que não ia dar certo...

Esses sugadores de energia vivem da energia alheia e é muito difícil de conviver com alguém “puxando você pra baixo” o tempo todo. Não seja você também um sugador de energia.

Que felicidade seria a nossa se aprendêssemos a expulsar da nossa memória as coisas desagradáveis, ideias tristes e deprimentes.

Com certeza, nossa força iria multiplicar se pudéssemos conservar só os pensamentos que elevam e animam.

Há pessoas que não põem se lembrar das coisas agradáveis. Quando nos encontram tem sempre algo de triste a contar.

Com qualquer mal que sofreram se angustiam muito. Como não bastasse, ficam relembrando alguma situação que passaram e se preocupam até com o que vão sofrer. Sabem lembrar-se só de fatos discordantes. Dão a ideia de um armazém de quinquilharias, objetos inúteis e deteriorados.

Retém tudo mentalmente, com medo de precisarem uma vez outra, disto ou daquilo, de maneira que o seu armazém mental está entulhado de detritos...

Bastaria que estas pessoas fizessem uma limpeza regular, que as livrassem dos montões inúteis e depois organizassem o que sobrou, para terem êxitos.

No entanto, não são incomuns, pessoas que se enterram na infelicidade e na desarmonia. Outras fazem exatamente o contrário. Falam sempre de coisas agradáveis e interessantes experiências que tem feito. São pessoas que passaram por perdas, aflições, mas falam tão poucas vezes, que parece nunca ter tido na vida, senão boa sorte e amigos. Estas pessoas fazem-se amar.

O hábito de mostrar aos outros o nosso aspecto positivo, é o resultado do nosso equilíbrio interior. Quando estamos tristes por algum sofrimento, devemos procurar a sua causa para eliminá-lo. Vemos pessoas se queixando que tem má sorte, suspeitando que seu vizinho é a causa, porque não se dá com ele, ao passo que ele é bem favorecido com a sorte nos negócios, na vida familiar, sendo estimado inclusive por conhecidos.

Se examinarmos as circunstancia da vida dessas pessoas, verificamos que a queixosa é negligente, gastadora, intolerante nas opiniões, é indisciplinada, ao passo que a outra pessoa é cumpridora dos seus deveres, econômica, modesta, não calunia, nem adula. Emprega bem o seu tempo disponível lendo bons livros, fazendo cursos, esportes, ajudando o próximo, sendo útil. Por isso é estimada, quanto a outra vai perdendo amigos, família, trabalho etc..

Vamos eliminar dos nossos corações, a desconfiança, o ódio, a inveja, e a descrença e vamos cultivar a alegria, a fé e a crença no amor e na Justiça Divina, e será certo que venceremos na luta que a vida nos destina.





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Associação do Movimento Espiritualista Morimbatá - AMEM